Vivemos um tempo em que os desastres parecem se suceder sem pausa. Enchentes, deslizamentos, incêndios, colapsos ambientais. Costumamos chamá-los de “tragédias naturais”, mas, cada vez mais, sabemos que não o são. A natureza reage. O que vemos é, muitas vezes, consequência direta do nosso próprio desmazelo, da negligência acumulada, da ruptura profunda entre humanidade eContinuarContinuar lendo “Arte, crises ambientais e resiliência: o que esquecemos de ouvir da terra”