MÚSICA

Música e memória

Entre o sussurro das epopeias antigas e o sopro das montanhas andinas, a música de Priscilla Novaes nasce como quem reencontra histórias esquecidas.
Cada canção é um fio que costura o passado ao presente — entre mitos, jornadas e a poesia que atravessa séculos.

Mais do que composições, são paisagens sonoras onde o tempo respira devagar. Ecos do norte e do sul, do frio e do deserto, convergem em melodias que falam sobre renascimento, memória e alma.

INFLUÊNCIAS

As maiores influências de Priscilla, não vêm apenas da música, mas da palavra antiga.
O Kalevala, as Eddas nórdicas e os relatos da Hispanoamérica ancestral habitam o imaginário: textos onde o canto e o mito se confundem, e onde a arte é uma forma de lembrança. Musicalmente, caminhando por entre o folk, o celta e o indie, buscando um equilíbrio entre o acústico e o etéreo.

Instrumentos como o bandolim, o tin whistle, a gaita de foles e o kantele são as vozes do universo sonoro da Priscilla — cada um com sua cor, sua história e seu papel dentro do que ela chama de “arqueologia da canção.”

RAÍZES E CRIAÇÃO

As composições da Priscilla são inspiradas em viagens interiores e antigas narrativas humanas — nas lendas, nos caminhos, nos gestos de quem buscou beleza em tempos de escuridão.
-“Trago à tona canções que falam sobre resiliência, tradição e esperança, como quem recolhe fragmentos de histórias e lhes dá nova forma.”

A música, para Priscilla, é o elo entre mundos: entre o que fomos, o que somos e o que ainda poderemos florescer.

Brote outra Vez é uma canção sobre resiliência e renascimento. Inspirada na força da natureza e nas histórias de superação, a música convida o ouvinte a florescer mesmo nos momentos mais desafiadores. Esta canção é um prenúncio do álbum que virá.
São os brotos que continuam a florescer em cada geração, lembrando-nos que a beleza, o sentido e a esperança também têm raízes — e que cabe a nós cuidar delas para que brotem outra vez.