
Nesta tarde depois das atividades da faculdade, tive um tempinho para organizar melhor minhas ideias em relação as entrevistas. Como colocar nos temas do livro contando essas historias de resiliência, talvez eu não fale os nomes ou talvez fale no livro, não está decidido. Mas essa era minha duvida, como lidar com essas entrevistas no livro e no blog? Então comecei a pensar e escrever e ficará assim:
* O ideal é que utilizar trechos pontuais, falas marcantes ou episódios relatados por eles como exemplo dentro dos capítulos e dos temas que estiver tratando.
*Pode optar por citar os nomes ou não. Se a fala for muito impactante e o nome da pessoa agregar força ao argumento, vale citar. Se for algo mais universal ou sensível, manter no anonimato ou use como “um músico chileno, que viveu os anos de ditadura, me contou…”.
*No final do livro, se quiser, pode fazer um agradecimento especial ou lista de colaboradores, onde coloca o nome dos que aceitaram contribuir.
📅 Antes do lançamento
- Faltando 6 meses ou um pouco mais, então começo a soltar migalhas — sem entregar as entrevistas na íntegra, mas falando coisas como: “Nessa jornada, tive conversas incríveis com músicos e artistas de resistência cultural na América Latina e Europa. As histórias deles me mostraram que a arte é muito mais do que entretenimento — é sobrevivência.”
- Posso fazer posts no blog ou reels no Insta contando bastidores, tipo: “Lembro de quando conversei com um grande músico galego e ele me disse algo que ficou gravado…”
Sem dizer quem ainda, só gerando curiosidade.
📖📲 No blog
- Enquanto o livro não lança, posso tratar de temas que surgiram nas entrevistas sem citar que vieram delas. Ex: “Em conversas recentes com músicos que viveram tempos de censura e repressão, percebi como a música se tornou um escudo e uma arma invisível…”
- Assim, aquece a audiência, constrói a temática e entrega valor, sem “queimar” o conteúdo do livro antes da hora.
📌 Resumo:
- Usar os relatos como material base, não como conteúdo divulgado publicamente agora.
- Soltar pistas e bastidores para gerar curiosidade.
- Decidir se nomeia ou não no livro conforme a relevância e o tom da obra.
- Evitar publicar entrevistas completas antes do lançamento.
- Depois que o livro sair, aí sim posso disponibilizar trechos inéditos no blog ou em vídeos — isso é conteúdo de pós-lançamento e mantém o projeto vivo.
Resolvido :-)- segue a jornada
