Domingo, 2 de Março de 2025

Esta semana eu estava junto com o Evandrinho, ouvindo o Caio fabio, e foi libertador! Digo isso pois se confirma com tantas coisas que tenho meditado, falado com Deus e guardado em meu coração. Anotei algumas coisas e depois fiz a trancrição e pedi para a ferramenta Chat gpt organizar o texto. E compartilho aqui:

Nelson Rodrigues disse que “o mundo tem o seu futuro definido pela idiotice, porque os idiotas não param de crescer.” E essa afirmação nos faz refletir sobre como, muitas vezes, não conseguimos ser um povo que pensa criticamente ou que tem memória. Estamos vivendo uma era de pós-verdade, onde o sistema dominante continua a crescer sem ser questionado. Nos tempos de João, por exemplo, quem representava esse sistema era Roma, e ele nunca deixou de ser representado. Em cada geração, há sempre algum grupo político, nacional, étnico ou patriótico que assume o papel desse sistema.

É fácil olhar para o passado e identificar esses padrões, mas se fizermos uma retroação histórica, perceberemos que isso não é novidade. No século XX, vimos essa dinâmica em diversos contextos: na União Soviética, na catástrofe hitleriana na Alemanha, no fascismo na Itália, nas ditaduras de Espanha e Portugal, e até mesmo na Venezuela, que antes era um país belo e próspero e hoje está na situação em que se encontra. No Brasil, tivemos essa mesma tragédia, onde assistimos o inacreditável acontecer. Pelo menos 95% das denominações evangélicas e de crentes se aliaram ao regime, assim como ocorreu com a Igreja da Alemanha, que deu apoio a Hitler. Foi uma repetição de um erro histórico, e isso se deve à falta de memória coletiva.

Experiência do Caio com tempos ditatoriais

Eu nasci antes da ditadura de 64, mas vivi suas consequências, senti na pele o impacto do regime ditatorial. Vi o que aconteceu na minha casa, na vida do meu pai, e nos amigos ao meu redor. Sei o que é viver em uma sociedade onde não se tem liberdade para expressar um único pensamento. E tudo isso, como sempre, foi justificado em nome da “manutenção da ordem pública”, diante de inimigos inventados. O número de “idiotas” que apoiam isso só cresce, e a sensação é de que nunca mais haverá uma cura ou retorno. Eu não li sobre isso, eu estive lá, vivi na pele, e foi por isso que, em setembro de 2021, fiz uma convocatória para pastores amigos que eu sabia que não haviam caído nessa falácia.

Sobre a acumulação de recursos e dinheiro, é uma ilusão. Jesus disse que “o Filho do Homem não tem onde reclinar a cabeça.” Ele seria o dono de castelos e mansões, mas, ao invés disso, viveu de forma simples. Mesmo assim, vemos pessoas aplaudindo e celebrando essa busca insana por riquezas. Isso é o crescimento dos idiotas. Hoje, vemos a Itália à beira de se tornar fascista novamente. Na Alemanha, um partido de inclinação nazista ficou em segundo lugar nas eleições. Em alguns outros lugares, como os Estados Unidos, estamos vendo o crescimento de oligarquias autocráticas em nome da democracia. Um país que, originalmente, era o refúgio para os que não tinham pátria, agora se vê dominado por um regime autoritário.

Que Deus tenha misericórdia de nós. O que estamos vendo é uma repetição da história, e, se não tivermos memória, isso pode se tornar irreversível.

Tempos de calamidade no mundo

A América está vivendo um momento de oligarquias ditatoriais, de autocratas que governam em nome da democracia, transformando a presidência da república em uma autocracia das mais perversas e inconcebíveis. Um país que foi lar e refúgio para os que não tinham pátria, que cresceu com essa convocação — “venham para cá” — e se desenvolveu com a presença de imigrantes de todos os lugares, grupos e religiões, hoje se tornou um lugar horroroso e inconcebível.

Israel

Há uma diferença fundamental que muitos não compreendem entre o governo de Israel, os israelenses, o Estado de Israel e a religião judaica. A religião judaica, em sua essência, não precisa de terra, país ou pátria localizada. Os grandes rabinos judeus entenderam que, sempre que Israel teve um território próprio, corrompeu-se, tornando-se mais idólatra, pecaminoso e desumano.

Desde o retorno do cativeiro no Egito, a ideia de construir uma pátria com fronteiras foi objeto de crítica dos profetas. Samuel foi o primeiro a advertir: “Não precisamos de um rei.” Mas o povo insistiu, e ele alertou: “Não precisamos disso.” Quando desejaram um templo, a voz de Deus, através dos profetas, foi clara: “Por que vocês querem me fazer uma casa? Os céus dos céus não podem me conter, e vocês acham que um templo de ouro e pedras preciosas me impressionará?”

Mas a falta de conhecimento prevalece. Muitos não percebem que todos os profetas do Antigo Testamento se levantaram contra essa institucionalização. Não percebem que Israel foi um fracasso. Logo após a morte de Salomão, o reino já se dividiu em dois.

Os filhos de Jacó? Deus me livre! Graças a Deus, na minha casa não há ninguém parecido com eles, exceto José, que era um homem íntegro. Os demais se matavam uns aos outros, eram fratricidas e genocidas.

Leia Gênesis, leia a história. Mas não, muitos só conhecem a Bíblia através do que o pastor recita no púlpito para arrancar dinheiro e fazer barganhas com Deus.

Aprender com a História

A sequência histórica de Israel mostra reis cada vez piores. Três foram razoáveis, um foi mais ou menos, e, ao longo da história, pouquíssimos foram realmente bons. O próprio Salomão, exaltado como sábio, exerceu essa sabedoria por pouco tempo. Depois, tornou-se um dos maiores idólatras que Israel já viu.

Ele se envolveu com feitiçaria, magia e cultos demoníacos de todas as religiões da terra. E é por isso que, quando Jesus expulsava demônios, os religiosos da época o acusavam de agir pelo poder de Belzebu. Eles não compreendiam a verdade, pois estavam cegos por suas próprias tradições e interesses.

Jesus disse: “Minhas ovelhas não se deixam enganar, elas reconhecem a voz do único pastor, que sou eu.” E Ele não disse: “Lendo um livro me reconhecerão.” Até porque, nos dias de Jesus, se alguém quisesse carregar o Antigo Testamento, precisaria de jumentos e mulas para transportar lotes de pergaminhos.

Imagine só uma pessoa no primeiro século tentando seguir esse critério. Para manter em casa apenas o Antigo Testamento, ela teria que gastar uma fortuna, carregando um peso monumental para cumprir essa superstição, essa pobreza mental, esse atraso indescritível que se espalha por toda parte. E, mesmo assim, vocês aplaudem.

E o herege sou eu? Quem não crê sou eu?

Mas os demônios têm medo de mim, não dessa moçada. Eles se levantam contra mim, mas eu passo pelas portas do inferno e elas estremecem. Eu entro no Tártaro em nome de Jesus, e a luz se acende.

Não tenho medo de nada, absolutamente nada.

E aí vem gente perguntando: “Você conhece fulano? Conhece beltrano?” Gente, eu não tenho interesse em conhecer essas pessoas. Os verdadeiros pregadores do Evangelho eu sei quem são. São tão poucos hoje em dia que eu conheço praticamente todos.

No passado, quando havia bem mais, eu era amigo de todos eles, no Brasil e no mundo inteiro. Era buscado por todos eles.

E quando eu vejo vocês perguntando sobre fulano e beltrano, me dou ao trabalho de checar e, na maioria das vezes, é gente dizendo as maiores barbaridades do mundo. Mas vocês não conseguem discernir.

Há um véu que cegou o entendimento de vocês.

Como Paulo diz em 2 Coríntios, capítulo 3, ele falava justamente para aqueles que não tinham crido, que haviam deixado a revelação de Jesus no Evangelho. Eles retrocederam e tentavam cumprir as leis de Moisés, que eram leis de morte, leis de condenação, de dívida, de medo, de atraso.

Sobre essas leis, Jesus disse: “Ouvistes o que foi dito… mas eu, porém, vos digo.”

Mas vocês não querem saber.

E assim, tornam-se seres insensatos, vocacionados para aprender a mentira, o engano e a falsidade.

Hoje, há milhares e milhares de anticristos entre nós, nadando de braçada dentro da própria igreja.

É a igreja que elege as piores criaturas planetárias — nos Estados Unidos, na Rússia, abençoando líderes como Vladimir Putin.

São os sionistas radicais, que beijam as páginas da Torá, amarram versículos na testa e nos braços, beijam as pedras do chão de um território que os judeus abandonaram por 2.000 anos e depois voltaram dizendo: “É nosso.”

Abriram a Bíblia e disseram: “Saiam daqui. Vocês moraram aqui todos esses anos, mas agora isso nos pertence.”

E as autoridades, cada vez mais despudoradas, declaram: “Na melhor das hipóteses, vamos tentar poupar as crianças, mas os velhos e os adultos serão mortos.”

E ainda há aqueles que dizem que, para obedecer a Deus, é preciso fazer como Moisés ordenou: “Entrar na terra de Canaã e não deixar ninguém vivo — nem velhos, nem crianças.”

Os velhos, porque têm memória.

As crianças, porque poderiam aprender essa memória e, no futuro, se levantar contra eles.

Então, matem todos.

Eu não sei quem é esse deus, mas não é o meu.

O meu Deus é o Pai de Jesus, o Cristo, o meu Senhor, que amou o mundo de tal maneira que entregou Cristo para levar os pecados do mundo inteiro — não só os nossos, mas de toda a humanidade.

Como João diz em sua primeira epístola, capítulo 2, verso 1.

Como Paulo diz a Tito: “Ele é o Salvador de todos os homens, especialmente dos fiéis.”

Mas vocês não querem ler, nem aceitar as implicações da própria revelação que saiu da boca de Jesus.

E aí, qualquer um que queira ser fiel a Jesus vira um ser abominável, perverso, descrente.

Mas eu prefiro o ódio de vocês enquanto sei que recebo a adesão e o aplauso de principados e potestades, de seres de outras dimensões e da grande Nuvem de Testemunhas, que dizem “Amém” a cada palavra que proclamo em nome da Verdade do Evangelho.

Eu poderia falar sobre isso para sempre.

Hoje à noite, estarei em um podcast chamado “Isto Não É Podcast.”

O tema será: “Caio, o que você pensa que vai acontecer com o futuro do mundo?”

Eu sei exatamente o que vai acontecer.

Não preciso ser Nostradamus, nem ter bola de cristal, nem dizer “Diz o Senhor…” com um tremor na voz.

Nem preciso ler os quatro livros do Harari para entender o que está por vir.

Não preciso.

Eu já sabia antes mesmo de Harari nascer.

E você poderia saber também, porque tudo já foi dito.

O Apocalipse fica esperando pelo arrependimento da humanidade.

As calamidades acontecem, mas a humanidade não se arrepende de suas maldades, de seus ódios, da destruição planetária.

Porque o Apocalipse fala justamente disso:

Das grandes concentrações de poder e riqueza nas mãos de poucos, enquanto o resto do mundo sofre e passa fome.

E fala sobre aqueles que destroem o planeta.

Mas vocês sentem raiva de quem protege a criação e chamam essas pessoas de ateias.

Enquanto isso, vocês não estão nem aí.

E elegem…

Os governantes que querem derrubar árvores, queimar tudo e destruir o que existe, vocês chamam de comunistas. Mas, com os critérios da distorção mental que tomou conta da cristandade, o próprio Jesus seria visto como o maior de todos os comunistas. O cristianismo institucionalizado se tornou um dos maiores estelionatos contra Jesus e o Evangelho, transformando-se em um sistema que engana e manipula.

E assim, muitos seguem como manadas, trilhando o caminho largo, a porta larga, sendo engolidos por essa maldade e participando de um processo de apostasia que só cresce. A cada dia, a solidão se intensifica, e a resistência à verdade se torna mais forte. Curiosamente, aqueles que mais me ouvem e compreendem são justamente os que a religião rejeita—os mais duros, os mais recalcitrantes, os mais empedernidos.

Enquanto isso, dentro dos templos, a intolerância impera. A religião tem uma vocação ariana—não no sentido apenas étnico propagado por Hitler, mas como um pensamento de superioridade que sempre existiu. Desde sempre, há grupos que se consideram melhores, mais puros, mais patriotas, mais dignos. Dizem possuir a doutrina correta, serem os únicos que conhecem a Deus e que, por isso, têm lugar garantido no céu. Esse exclusivismo religioso é a mesma abominação que Jesus combateu, pois Deus não faz acepção de pessoas—mas muitos religiosos fazem.

E ainda assim, há quem me chame de herege. Em vez de ouvirem sobre a verdade de Deus, preferem discutir política, perguntar sobre partidos, sobre prisões e julgamentos humanos. Mas isso não me interessa. Meu compromisso é com Jesus.

Como Ele disse, há aqueles que têm olhos, mas não enxergam; ouvidos, mas não ouvem; corações que não discernem, pois estão endurecidos e não querem se converter. E por isso não são curados. Poderia falar sobre isso por toda a vida, pois meu coração transborda do espírito da profecia e da verdade do Evangelho. Mas quem realmente quer ouvir? Quem quer se curvar, conferir, checar se o que digo está em plena concordância com os ensinamentos de Jesus e dos apóstolos?

A maioria está preocupada apenas com regras superficiais—com usos e costumes, com obsessões moralistas sobre corpos e sexualidade. Essa é a religião de muitos: uma fé reduzida ao controle sobre o que se faz com o corpo, ao invés de um compromisso real com Deus e o próximo.

E essa situação não se limita a um país. Nos Estados Unidos, por exemplo, há o mesmo problema. Um homem como Donald Trump é exaltado por muitos religiosos, mesmo sendo um perverso. Quem dera tivessem a coragem de assistir ao documentário “O Aprendiz” para enxergar a realidade.

Para aqueles que desejam se aprofundar, há documentários disponíveis na internet que descrevem detalhadamente a perversidade desse indivíduo. Desde sempre, ele se comporta como um verdadeiro Nero ou Calígula. No entanto, basta mencionar seu nome para que muitos se levantem com ódio contra mim, pois perderam completamente a noção da realidade.

É como se, nos dias de Jesus, alguém dissesse ser seu discípulo e, ao mesmo tempo, adorasse Herodes, o Grande. Ou como se, no tempo de Paulo, alguém afirmasse amar sua mensagem, mas também venerasse Nero. Ou ainda, nos dias do apóstolo João, alguém reconhecesse sua autoridade espiritual, mas exaltasse Domiciano. A história se repete. O problema é que muitos sequer sabem quem foram esses homens que mencionei, mas seguem aplaudindo, imitando e adorando figuras idênticas a eles. A cegueira e a dureza de coração impedem qualquer discernimento.

Diante disso, só me resta a oração. Nos últimos dias, minha esposa, que está comigo aqui em São Paulo, viu como quase não dormi algumas noites, tomado por uma angústia profunda. Uma aflição de alma ao clamar: “Senhor Jesus, que tragédia! Que absurdo! Que loucura! Que brincadeira com a destruição humana!”

Não é apenas a humanidade que sofre. A própria Terra geme. Cientistas de diferentes partes do mundo—turcos, ingleses e de outras nacionalidades—descobriram que o Oceano Pacífico está rachando por baixo das placas tectônicas, de ponta a ponta. A ciência nos traz, diariamente, notícias alarmantes. O eixo do planeta já mudou devido à extração excessiva de água dos aquíferos. E as profecias se cumprem: “A Terra cambaleará como um bêbado.”

Os sinais estão por toda parte. Os terremotos aumentarão. Os maremotos e tsunamis se tornarão mais frequentes. E, ainda assim, haverá aqueles que perguntarão: “Deus, por quê?”

A resposta está diante de cada um no espelho. Isso acontece por causa das escolhas que fazemos, das lideranças que elegemos, das causas que aplaudimos, das injustiças que aprovamos e, sobretudo, daquilo sobre o qual nos calamos.

Como eu dizia há pouco, no Apocalipse há uma expectativa constante de que os humanos se arrependam. No entanto, João, o autor do livro, afirma: “Os homens não se arrependeram.” Eles seguem indiferentes, até que as coisas que já eram ruins se tornem insuportáveis. A natureza dá seus últimos gritos, e assistimos ao aumento desenfreado de calamidades em escala planetária.

Mas eu já falei demais. Gostaria que vocês compartilhassem essa mensagem com milhares de pessoas. No entanto, sei que muitos não têm coragem. Dependendo de para quem enviem, podem receber hostilidade em troca—não porque o conteúdo seja falso, mas simplesmente porque fui eu quem disse. Muitos nem me conhecem, nunca me ouviram, não sabem o que penso e, pior, não querem saber. Sentem raiva de quem busca a verdade.

E vocês? Vocês se encolhem, se escondem, se acovardam. Mas a responsabilidade continua pesando sobre cada um. Todos terão que responder diante de Deus pela luz que receberam. E vocês receberam muita luz. Eu sei o que tenho entregado: a verdade do Evangelho de Jesus, sem filtros, sem manipulações, sem enganos.

Não poderão alegar que não receberam clareza, iluminação, profecia, graça e exortação sincera. Não poderão dizer que não ouviram a verdade. Porque eu a entreguei, e ela me consome, me abrasa o coração.

Agora, cada um carrega sua própria responsabilidade: diante de Deus, diante da existência, diante do universo, da criação, da vida. Diante dos principados e potestades, do bem e do mal.

Que a verdade seja esmagadora e se torne cada vez mais inegável.

Em nome de Jesus, o Ressuscitado, amém, amém e amém.

Tchau.

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