Terça Feira -21 Janeiro de 2025

Hoje eu estava acompanhando no canal TVN Youtube o festival de Olmué em Chile. E foi como renascer. Me conectar novamente com minhas raizes. Relembrando os anos que morei lá, a escola, as minhas primeiras aulas de música e literatura. Tenho profunda conexão com essa terra. E acompanhando a apresentação de Los Jaivas, Nano Stern, tudo veio á tona. Eu estava meio perdida tentando fazer algo “Europeu” em minhas canções isas que não estavam de fatoi falando ao meu coração. Eu deveria conectar essas raizes musicais, minhas raizes. E essa ligação bateu profundo no coração. E algo que sempre quis fazer é mesclar a música andina, com algo do medieval e a música celta. Incluindo flautas, quena, mandolim, harpa e violões.

Los Jaivas, Nano Stern, Illapu, Congresso e outros, são artistas que têm uma habilidade única de transmitir a alma da música andina. Incorporar esses elementos às suas composições pode trazer uma nova dimensão de autenticidade e emoção ao meu trabalho musical. A quena, o charango e outros instrumentos andinos têm uma textura sonora que pode dialogar maravilhosamente com o mandolim, a harpa ( se eu conseguir uma harpista um dia) e até as flautas de estilo celta. Imagine um interlúdio instrumental onde a quena conduz uma melodia suave, enquanto a harpa e o mandolim criam um fundo harmonioso, com a percussão andina marcando um ritmo ancestral!

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