Quinta feira, 8 de Janeiro de 2025

Começou já o ano e fiquei alguns dias sem escrever. Estamos patinando com o computador Samsung, que toda vez precisa ser atualizado sem dar nenhum resultado. Vamos ter que leva-lo para a assistência técnica. Com esse problema não pude fazer nada. Mas agora estou escrevendo no computador antigo, o STI.

Mas falando do que realmente quero registar aqui é sobre algumas leituras e programas culturais que estive acompanhando nesses dias. E com tudo isso estou pensando em escrever outro livro, sobre o papel da arte e cultura em tempos de crise: ” cultura e resiliência- Como a arte, música e literatura sustentam a humanidade nos tempos de crise”. Ainda vou trabalhar no titulo, por enquanto só estou pesquisando.

Um primeiro topico que me chamou a atenção, nesses primeiras pesquisas, foi Alan Lomax (1915–2002) um dos mais renomados etnomusicólogos do século XX, conhecido por sua contribuição ao registro, preservação e divulgação da música folclórica ao redor do mundo. Ele dedicou sua vida a capturar e documentar as expressões musicais de culturas diversas, muitas vezes ameaçadas de desaparecimento, desempenhando um papel crucial na valorização do patrimônio cultural imaterial da humanidade. Ele também documentou várias músicas e cantos da Galicia. Carlos Núñez fala sobre ele em seu livro “La Hermandad de los celtas”..

Com todas essas leituras e pesquisas, estive pensando nas futuras gravações: A música que quero construir é de uma musicalidade e ritmos comuns de Astúrias, País de Basco, Castilho. Esse ritmo ternário e ibérico. Esse tipo de música que vem da Idade Média, como as Cantigas de Santa Maria mas ao mesmo tempo com elementos celta tradicional e do pop. Essas músicas também deve ter algo como uns timbres de harpas com cordas de metal ou orgânicas e violino medieval, como o Hurdy Gurdy. Uma fusão de sonoridades medievais com instrumentos modernos, evidenciando como a percussão pode complementar melodias tradicionais.

Parece que tenho que usar compasso 3/4 ou 6/8, que são característicos da música ibérica medieval.

1. Configurando o Metrônomo para 3/4

  • Compasso 3/4 significa 3 tempos por compasso, onde cada tempo recebe o valor de uma semínima (ou 1 batida básica).
  • O som do metrônomo será: “Tic-tac-tac, Tic-tac-tac…”, marcando um ritmo com um tempo forte seguido por dois tempos mais suaves.

Como fazer:

  1. No metrônomo (físico ou aplicativo):
    • Escolha 3/4 como compasso.
    • Defina o BPM (batidas por minuto). Sugiro começar com algo entre 60 e 80 BPM para um andamento moderado, ajustando conforme necessário.
  2. Ouça o som:
    • Tic = tempo forte (1ª batida do compasso).
    • Tac-tac = tempos fracos (2ª e 3ª batidas).

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